sexta-feira, 20 de novembro de 2020

Obrigada Sr. Armando Lopes Simões!

 

O Sr. Armando foi sempre um homem afável, culto, amigo, generoso e sempre bem disposto.

Desde que o conheci, em 2009 e até 2013, mantive um contacto frequente com o Sr. Armando, que todas as semanas visitava à escola para saber quais as novidades com o intuito de, eventualmente, escrever uma notícia para o jornal local. Mesmo depois de deixar de lecionar em Mortágua, encontrei-o várias vezes em conferências sobre temas de História, apresentações de livros na Biblioteca Tomás da Fonseca, ou exposições e espetáculos no cineteatro de Mortágua.

Partilhou o seu saber e curiosidade com a comunidade educativa do Agrupamento de Escolas de Mortágua e em particular com os professores de História.

Em 2010, ano das comemorações do centenário da implantação da República em Portugal, o Sr. Armando participou no projeto 100 anos da República, dinamizado por três professoras de História que lecionavam então naquela escola (Conceição Janeiro, Elisabete Oliveira e Graça Bandeira).

No dia da sua morte, recordamos o colóquio "Republicanos em Mortágua" que o Sr. Armando Lopes Simões teve a amabilidade de presentear os alunos e professores da Escola Secundária Dr. Lopes de Morais.

http://republicamortagua.blogspot.com/2010/06/coloquio-republicanos-de-mortagua.html

Até sempre, SR. ARMANDO!

Conceição Janeiro, professora de História



quarta-feira, 9 de abril de 2014

Batalha de La Lys

A Batalha de La Lys deu-se entre 9 e  29 de abril de 1918, no vale da ribeira de La Lys, sector de Ypres, na Flandres, Bélgica, onde as tropas portuguesas, do Corpo Expedicionário Português, se bateram contra os soldados alemães.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

A Grande Guerra e a Literatura

 
No ano em que se assinada o centenário sobre o início da Primeira Guerra Mundial, entre 19 de março e 22 de abril, estará patente na Biblioteca Municipal de Mortágua a Exposição intitulada A GRANDE GUERRA E A LITERATURA.
A Exposição é comissariada por José Valle de Figueiredo, Professor de História da Universidade de Coimbra, poeta, crítico literário e membro da Sociedade Histórica da Independência de Portugal.
Uma iniciativa do Município de Mortágua.

Ver Agenda de março.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Reconstituição Histórica do 31 de Janeiro de 1891


Reconstituição Histórica do 31 de Janeiro de 1891
"Teatro de rua evocando a Reconstituição Histórica do 31 de Janeiro de 1891, organizado pelo Ateneu Comercial do Porto no âmbito das Comemorações do Centenário da República" [23/03/2010]

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O 5 de outubro em Penacova

 Foi um dos feriados extintos pelo Governo, mas não é por isso que vai deixar de ser assinalado em muitos municípios do país. Em Penacova, cabe ao professor catedrático Luís Reis Torgal ser um dos protagonistas das comemorações não oficiais de amanhã. Vai, em conferência, falar, precisamente, do “nascimento, vida, morte e ressurreição” do 5 de Outubro.

Leia mais em penacova atual

quarta-feira, 28 de agosto de 2013


Os Amigos do Povo. Liberdade. Egualdade. Fraternidade

[trata-se dos 14 republicanos eleitos nas eleições para deputados a 28 de Agosto de 1910] 
Lisboa (Círculo Oriental)
1 - Dr. Affonso Costa;
2 - Dr. António José de Almeida;
3 – Dr. Bernardino Machado;
4 – Dr. Alfredo de Magalhães;
5 – Dr. Miguel Bombarda.
Lisboa (Círculo Ocidental)
6 - Dr. Alexandre Braga;
7 - Dr. António Luiz Gomes;
8 – Vice-almirante Cândido dos Reis;
9 – Dr. João de Meneses;
10 – Dr. Teóphilo Braga.
Beja
11 - Dr. Brito Camacho;
Setúbal
12 - Dr. Aurelio da Costa Ferreira;
13 - Dr. Fernandes Costa;
14 – José Maria de Feio Terenas; 

Via Almanaque Republicano

domingo, 25 de agosto de 2013

Fados da República

 Fados da República
"Vive pobre, o pobre op'rário"
Letra: Avelino de Sousa
Música: André Santos

(Para ouvir o fado aceder à ligação da Fundação Mário Soares)
Vive Pobre, o Pobre Op’rário
Letra: Avelino de Sousa
Música: André Santos
Vive Pobre, o Pobre Op’rário
Letra: Avelino de Sousa
Música: André Santos

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

"Os legítimos eleitos do Povo"

 José de Almeida, João de Menezes, Afonso Costa e Alexandre Braga, "os legítimos eleitos do Povo".
A 19 de Agosto de 1906, o Partido Republicano Português consegue fazer eleger em Lisboa estes quatro deputados.
Essas eleições, organizadas por João Franco, que chegara ao poder três meses antes, visavam, como habitualmente, legitimar o partido no poder, recorrendo à legislação eleitoral publicada em 1901 por Hintze Ribeiro, a que o próprio Franco chamara de "ignóbil porcaria".
A presença daqueles 4 deputados nas Cortes vai desempenhar um papel importante na afirmação política dos ideais republicanos.
António José de Almeida, João de Menezes, Afonso Costa e Alexandre Braga, "os legítimos eleitos do Povo".
A 19 de Agosto de 1906, o Partido Republicano Português consegue fazer eleger em Lisboa estes quatro deputados.
Essas eleições, organizadas por João Franco, que chegara ao poder três meses antes, visavam, como habitualmente, legitimar o partido no poder, recorrendo à legislação eleitoral publicada em 1901 por Hintze Ribeiro, a que o próprio Franco chamara de "ignóbil porcaria".
A presença daqueles 4 deputados nas Cortes vai desempenhar um papel importante na afirmação política dos ideais republicanos.

António José de Almeida, João de Menezes, Afonso Costa e Alexandre Braga, "os legítimos eleitos do Povo".

A 19 de Agosto de 1906, o Partido Republicano Português consegue fazer eleger em Lisboa estes quatro deputados.
Essas eleições, organizadas por João Franco, que chegara ao poder três meses antes, visavam, como habitualmente, legitimar o partido no poder, recorrendo à legislação eleitoral publicada em 1901 por Hintze Ribeiro, a que o próprio Franco chamara de "ignóbil porcaria".
A presença daqueles 4 deputados nas Cortes vai desempenhar um papel importante na afirmação política dos ideais republicanos.

sábado, 3 de agosto de 2013

Boletim do Partido Republicano Português

O primeiro número do Boletim do Partido republicano português saiu a lume em 1912, com 470 páginas e apresenta os nomes dos membros de toda a estrutura partidária por distrito, concelho e paróquia, incluindo centros republicanos, escolares ou não. O segundo número, com 459 páginas, só saiu em 1915 e tem uma estrutura diferente, Dedica muito espaço aos congressos de 1912 e de 1913, com os nomes dos delegados, documentos e declarações, ao congresso distrital de Coimbra, e faz um balanço da obra do governo de Afonso Costa.
 


quinta-feira, 11 de julho de 2013

Espólio de Lopes de Oliveira na Biblioteca Nacional

Polígrafo republicano, José Lopes de Oliveira devotou grande parte da sua actividade intelectual aos estudos da história política e literária portuguesa, com destaque para os que centrou na História da República e na vida e obra de Eça de Queirós, Guerra Junqueiro e Oliveira Martins. Deixou, também, extensa colaboração em jornais e revistas como educador cívico e comentador político.
O espólio (33 cx.) é constituído por alguns autógrafos do escritor, entre apontamentos e rascunhos de obras, cartas familiares e outra correspondência.
Adquirido por compra à Livraria Histórica e Ultramarina, em Dezembro de 1992.

domingo, 5 de maio de 2013

I Congresso 1.ª República e Republicanismo

Coimbra | 4 e 5 de Outubro de 2013
Nota de divulgação do CEIS20
O encontro I REPÚBLICA E REPUBLICANISMO é promovido pelo Centro de Documentação e Estudos sobre a História da Primeira República e do Republicanismo. O Centro República (www.centrorepublica.pt) tem por missão garantir a preservação e a disponibilização do património digital, bibliográfico e documental produzido e reunido no âmbito do Programa das Comemorações do Centenário da República e realizar iniciativas destinadas a promover a investigação e a elaboração de estudos científicos sobre a I República e o Republicanismo.Entre essas atividades inclui-se a realização de um congresso anual dedicado à apresentação de estudos no domínio da História da I República e do Republicanismo.O I Congresso do Centro República realizar-se-á nos dias 4 e 5 de Outubro de 2013, sendo organizado pelo Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra (CEIS20), e pelo Instituto de História Contemporânea (IHC) da FCSH – UNL.
O Congresso terá lugar em Coimbra, na Faculdade de Letras.
Este importante fórum de discussão aberto e pluridisciplinar, decorridos que foram três anos sobre as comemorações do primeiro centenário da implantação da I República em Portugal, procurará analisar o caminho percorrido pela investigação em resultado das mais recentes conclusões, contribuindo ainda para que, a partir destas, se alargue o espaço de reflexão e de conhecimento sobre o republicanismo enquanto movimento político, ideológico, filosófico e cultural, mas também para que se renovem as interpretações sobre as experiências históricas concretas de afirmação e/ou rejeição do modelo republicano.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Afonso Costa na Câmara dos Deputados

 





terça-feira, 9 de abril de 2013

Batalha de La Lys

Comemora-se hoje,  9 de abril, mais um aniversário da Batalha de La Lys, na Flandres, onde as tropas portuguesas, do Corpo Expedicionário Português, se bateram contra os soldados alemães já no último ano da Primeira Guerra Mundial (1918).

95 anos sobre a Batalha de La Lys

Partilhamos o interessante artigo do blogue Almanaque Republicano alusivo às consequências políticas, económicas e sociais da participação portuguesa na batalha de La Lys, em 9 de abril de 1918:
Mais do que lembrar o acontecimento, importa sobretudo compreender as suas consequências. Estas, para Portugal, foram terríveis. Foi um dos momentos decisivos da I Guerra Mundial e sobretudo, para as tropas do Corpo Expedicionário Português, tiveram consequências desastrosas. Este acontecimento fez agravar ainda mais a débil situação económica, política e social que se vivia em Portugal. 
Ao nível político, a participação de Portugal na Guerra, fez desagregar o sistema partidário português. As principais figuras da propaganda republicana, que tinham muitas delas defendido a participação de Portugal na Guerra, afastaram-se da vida política nacional. Surgiram novas figuras e múltiplos partidos e facções que só vieram degradar cada vez mais a vida política em Portugal, arrastando-o para uma instabilidade permanente. As revoltas, conspirações e tentativas revolucionárias intensificam-se com o final da guerra. Os militares tornam-se cada vez mais protagonistas desses movimentos que vão culminar com a revolta de 28 de Maio de 1926.