quinta-feira, 11 de julho de 2013

Espólio de Lopes de Oliveira na Biblioteca Nacional

Polígrafo republicano, José Lopes de Oliveira devotou grande parte da sua actividade intelectual aos estudos da história política e literária portuguesa, com destaque para os que centrou na História da República e na vida e obra de Eça de Queirós, Guerra Junqueiro e Oliveira Martins. Deixou, também, extensa colaboração em jornais e revistas como educador cívico e comentador político.
O espólio (33 cx.) é constituído por alguns autógrafos do escritor, entre apontamentos e rascunhos de obras, cartas familiares e outra correspondência.
Adquirido por compra à Livraria Histórica e Ultramarina, em Dezembro de 1992.

domingo, 5 de maio de 2013

I Congresso 1.ª República e Republicanismo

Coimbra | 4 e 5 de Outubro de 2013
Nota de divulgação do CEIS20
O encontro I REPÚBLICA E REPUBLICANISMO é promovido pelo Centro de Documentação e Estudos sobre a História da Primeira República e do Republicanismo. O Centro República (www.centrorepublica.pt) tem por missão garantir a preservação e a disponibilização do património digital, bibliográfico e documental produzido e reunido no âmbito do Programa das Comemorações do Centenário da República e realizar iniciativas destinadas a promover a investigação e a elaboração de estudos científicos sobre a I República e o Republicanismo.Entre essas atividades inclui-se a realização de um congresso anual dedicado à apresentação de estudos no domínio da História da I República e do Republicanismo.O I Congresso do Centro República realizar-se-á nos dias 4 e 5 de Outubro de 2013, sendo organizado pelo Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra (CEIS20), e pelo Instituto de História Contemporânea (IHC) da FCSH – UNL.
O Congresso terá lugar em Coimbra, na Faculdade de Letras.
Este importante fórum de discussão aberto e pluridisciplinar, decorridos que foram três anos sobre as comemorações do primeiro centenário da implantação da I República em Portugal, procurará analisar o caminho percorrido pela investigação em resultado das mais recentes conclusões, contribuindo ainda para que, a partir destas, se alargue o espaço de reflexão e de conhecimento sobre o republicanismo enquanto movimento político, ideológico, filosófico e cultural, mas também para que se renovem as interpretações sobre as experiências históricas concretas de afirmação e/ou rejeição do modelo republicano.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Afonso Costa na Câmara dos Deputados

 





terça-feira, 9 de abril de 2013

Batalha de La Lys

Comemora-se hoje,  9 de abril, mais um aniversário da Batalha de La Lys, na Flandres, onde as tropas portuguesas, do Corpo Expedicionário Português, se bateram contra os soldados alemães já no último ano da Primeira Guerra Mundial (1918).

95 anos sobre a Batalha de La Lys

Partilhamos o interessante artigo do blogue Almanaque Republicano alusivo às consequências políticas, económicas e sociais da participação portuguesa na batalha de La Lys, em 9 de abril de 1918:
Mais do que lembrar o acontecimento, importa sobretudo compreender as suas consequências. Estas, para Portugal, foram terríveis. Foi um dos momentos decisivos da I Guerra Mundial e sobretudo, para as tropas do Corpo Expedicionário Português, tiveram consequências desastrosas. Este acontecimento fez agravar ainda mais a débil situação económica, política e social que se vivia em Portugal. 
Ao nível político, a participação de Portugal na Guerra, fez desagregar o sistema partidário português. As principais figuras da propaganda republicana, que tinham muitas delas defendido a participação de Portugal na Guerra, afastaram-se da vida política nacional. Surgiram novas figuras e múltiplos partidos e facções que só vieram degradar cada vez mais a vida política em Portugal, arrastando-o para uma instabilidade permanente. As revoltas, conspirações e tentativas revolucionárias intensificam-se com o final da guerra. Os militares tornam-se cada vez mais protagonistas desses movimentos que vão culminar com a revolta de 28 de Maio de 1926.