Desde cedo, Mortágua preocupou-se com a educação e formação dos seus jovens. Em 1972 passou a designar-se Escola Preparatória Dr. José Lopes de Oliveira tendo tomado a denominação de Escola Preparatória de Mortágua. No início funcionou com os 1.º e 2.º anos do Ciclo Preparatório tendo sido progressivamente alargada até ao 9º ano. No ano lectivo de 1985/86 passou a chamar-se Escola C+S de Mortágua. Com a criação da Escola Secundária passou a designar-se novamente Escola Preparatória de Mortágua e as instalações foram transferidas para a rua Dr. Francisco Sá Carneiro, onde inicialmente se ensinou apenas o 2º ciclo. Mais tarde, no ano lectivo de 1995/96, passou a leccionar o terceiro ciclo, mudando novamente o nome para Escola Básica 2/3 de Mortágua mantendo o nome do patrono - Dr. José Lopes de Oliveira.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Biografia de Augusto Simões de Sousa
Natural de Vale de Açores, nasceu a 25 de Dezembro de 1872 e faleceu em 17 de Julho de 1935. Filho de Teotónio Simões e Maria do Espírito Santo. Foi Guarda - livros de casas comerciais do Brasil, para onde emigrou em 1872, ainda muito novo. Desempenhou os cargos de tesoureiro e gerente do Banco Comercial de S. Paula e mais tarde tesoureiro do Banco da República. Regressou a Portugal em 1895, sendo eleito presidente da Câmara Municipal de Mortágua.
Foi um destacado membro do Partido Republicano. Protector das Escolas Móveis pelo método João de Deus, e presidente, antes da implantação da República, da Comissão Municipal Republicana de Mortágua. Nesse tempo, Mortágua tinha a fama de ser a terra mais republicana da Beira.
Outro republicano do concelho, Manuel Martins e Abreu, também ele regressado do Brasil, escreveu sobre a obra de Augusto Simões de Sousa:
"Sendo Presidente da Câmara, saneou a sua povoação, em grande parte à sua custa, macadamizado as ruas de que foram retiradas estrumeira, facto horrível para a rudeza dos seus vizinhos e dependente da coragem. Apesar disto continuou a trabalhar e não se vingou de ninguém, continuando o seu vinho, o seu caldo e a sua bolsa ao alcance de quem precisa. Ultimamente construiu um belo edifício escolar, que ofereceu ao Estado."
Biografia de Manuel Ferreira Martins e Abreu
Nome: Manuel Ferreira Martins Abreu
Data de Nascimento: 15/12/1861
Data de Morte: 07/02/1944
Naturalidade: Pinheiro, Mortágua
Nacionalidade: Portuguesa
Obras Públicadas:
“ Coisas de Mortágua” (1890)“ Provas das Coisas de Mortágua” (1891)
“ Política de Campanário e Justiça d`Aldeia” (1893)
“ Ajuste de Contas” (1894)
“ Pela Civilização do Brasil” (1903)
“ O meu voto nas próximas eleições” (1906)
“ A República da Beira Alta” (1913)
“ Justiça na Beira Alta” (1914)
“ Istória Contemporânea de Mortágua” 1921)
Além destas obras, deixou também um grande volume de manuscritos que nos contam acontecimentos inéditos e peripécias da sua vida como Lavrador, Professor; Administrador de Fazendas, Escritor, Jornalista, Autarca e Político.
A biografia completa de Manuel Ferreira Martins Abreu encontra-se no site da Câmara Municipal de Mortágua.
Data de Nascimento: 15/12/1861
Data de Morte: 07/02/1944
Naturalidade: Pinheiro, Mortágua
Nacionalidade: Portuguesa
Obras Públicadas:
“ Coisas de Mortágua” (1890)“ Provas das Coisas de Mortágua” (1891)
“ Política de Campanário e Justiça d`Aldeia” (1893)
“ Ajuste de Contas” (1894)
“ Pela Civilização do Brasil” (1903)
“ O meu voto nas próximas eleições” (1906)
“ A República da Beira Alta” (1913)
“ Justiça na Beira Alta” (1914)
“ Istória Contemporânea de Mortágua” 1921)
Além destas obras, deixou também um grande volume de manuscritos que nos contam acontecimentos inéditos e peripécias da sua vida como Lavrador, Professor; Administrador de Fazendas, Escritor, Jornalista, Autarca e Político.
A biografia completa de Manuel Ferreira Martins Abreu encontra-se no site da Câmara Municipal de Mortágua.
Biografia de Tomás da Fonseca
Nome: Tomaz da Fonseca
Nascimento: 10/03/1877
Óbito: 12/02/1968
Naturalidade: Laceiras, freguesia de Pala, concelho de Mortágua
Nacionalidade: Portuguesa
Filiação:
Mãe: Rosa Maria da Conceição
Pai: Adelino José Tomás
Filhos: Dr. António José Branquinho da Fonseca e Eng.º Tomás Branquinho da Fonseca
Estado Civil: Casado
Profissões: Escritor, político, mestre pensador da 1ª República Portuguesa
Obras Publicadas: Águas Novas; Agiológio Rústico; Águas Passadas; Memórias Dum Chefe De Gabinetes; Os Desherdados; Fátima; Filha De Labão; Guerra Junqueiro; A Igreja Condestável; e o No Rescaldo De Lourdes; O Pinheiro; O Santo Condestável; Bancarrota.
No decurso da sua vida participou em inúmeros congressos, simpósios, colóquios, etc., de Arqueologia, Política, Literatura e Temática Regional.
No Jornalismo destacou-se com artigos ou opiniões publicadas em jornais como: "Mundo", "Pátria", "Vanguarda", "Voz Pública", "Norte","República","Povo","Batalha", "Lanterna (Brasil)", "Espanha Nova", "Alma Nacional", "Diabo", "Prometeu", "Arquivo Democrático", de que foi director, "Defesa da Beira", e na revista Livre Pensamento.
Possui em Mortágua e Lisboa ruas com o seu nome. Possui, junto à Câmara Municipal de Mortágua, um busto escultórico dedicado a si.
A biografia detalhada pode ser lida no site da Câmara Municipal de Mortágua.
Tomás da Fonseca "O Santo que não acreditava em Deus"
Propomos a leitura atenta do curioso artigo publicado no jornal Defesa da Beira, no dia 12 de Fevereiro de 2010, da autoria do Sr. Armando Lopes Simões, sobre o ilustre republicano mortaguense Tomás da Fonseca.
Na foto: Tomás da Fonseca com a esposa e filhos
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