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sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Reconstituição Histórica do 31 de Janeiro de 1891


Reconstituição Histórica do 31 de Janeiro de 1891
"Teatro de rua evocando a Reconstituição Histórica do 31 de Janeiro de 1891, organizado pelo Ateneu Comercial do Porto no âmbito das Comemorações do Centenário da República" [23/03/2010]

quarta-feira, 28 de agosto de 2013


Os Amigos do Povo. Liberdade. Egualdade. Fraternidade

[trata-se dos 14 republicanos eleitos nas eleições para deputados a 28 de Agosto de 1910] 
Lisboa (Círculo Oriental)
1 - Dr. Affonso Costa;
2 - Dr. António José de Almeida;
3 – Dr. Bernardino Machado;
4 – Dr. Alfredo de Magalhães;
5 – Dr. Miguel Bombarda.
Lisboa (Círculo Ocidental)
6 - Dr. Alexandre Braga;
7 - Dr. António Luiz Gomes;
8 – Vice-almirante Cândido dos Reis;
9 – Dr. João de Meneses;
10 – Dr. Teóphilo Braga.
Beja
11 - Dr. Brito Camacho;
Setúbal
12 - Dr. Aurelio da Costa Ferreira;
13 - Dr. Fernandes Costa;
14 – José Maria de Feio Terenas; 

Via Almanaque Republicano

domingo, 5 de maio de 2013

I Congresso 1.ª República e Republicanismo

Coimbra | 4 e 5 de Outubro de 2013
Nota de divulgação do CEIS20
O encontro I REPÚBLICA E REPUBLICANISMO é promovido pelo Centro de Documentação e Estudos sobre a História da Primeira República e do Republicanismo. O Centro República (www.centrorepublica.pt) tem por missão garantir a preservação e a disponibilização do património digital, bibliográfico e documental produzido e reunido no âmbito do Programa das Comemorações do Centenário da República e realizar iniciativas destinadas a promover a investigação e a elaboração de estudos científicos sobre a I República e o Republicanismo.Entre essas atividades inclui-se a realização de um congresso anual dedicado à apresentação de estudos no domínio da História da I República e do Republicanismo.O I Congresso do Centro República realizar-se-á nos dias 4 e 5 de Outubro de 2013, sendo organizado pelo Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra (CEIS20), e pelo Instituto de História Contemporânea (IHC) da FCSH – UNL.
O Congresso terá lugar em Coimbra, na Faculdade de Letras.
Este importante fórum de discussão aberto e pluridisciplinar, decorridos que foram três anos sobre as comemorações do primeiro centenário da implantação da I República em Portugal, procurará analisar o caminho percorrido pela investigação em resultado das mais recentes conclusões, contribuindo ainda para que, a partir destas, se alargue o espaço de reflexão e de conhecimento sobre o republicanismo enquanto movimento político, ideológico, filosófico e cultural, mas também para que se renovem as interpretações sobre as experiências históricas concretas de afirmação e/ou rejeição do modelo republicano.

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Afonso Costa na Câmara dos Deputados

 





terça-feira, 9 de abril de 2013

95 anos sobre a Batalha de La Lys

Partilhamos o interessante artigo do blogue Almanaque Republicano alusivo às consequências políticas, económicas e sociais da participação portuguesa na batalha de La Lys, em 9 de abril de 1918:
Mais do que lembrar o acontecimento, importa sobretudo compreender as suas consequências. Estas, para Portugal, foram terríveis. Foi um dos momentos decisivos da I Guerra Mundial e sobretudo, para as tropas do Corpo Expedicionário Português, tiveram consequências desastrosas. Este acontecimento fez agravar ainda mais a débil situação económica, política e social que se vivia em Portugal. 
Ao nível político, a participação de Portugal na Guerra, fez desagregar o sistema partidário português. As principais figuras da propaganda republicana, que tinham muitas delas defendido a participação de Portugal na Guerra, afastaram-se da vida política nacional. Surgiram novas figuras e múltiplos partidos e facções que só vieram degradar cada vez mais a vida política em Portugal, arrastando-o para uma instabilidade permanente. As revoltas, conspirações e tentativas revolucionárias intensificam-se com o final da guerra. Os militares tornam-se cada vez mais protagonistas desses movimentos que vão culminar com a revolta de 28 de Maio de 1926.

quinta-feira, 7 de março de 2013

António Amaral Leitão

 


Nasceu em Farminhão, Viseu, a 7 de março 1845, e faleceu a 14 de janeiro de 1903.
A 1 de agosto de 1865 assentou praça com 20 anos de idade.Na revolta do Porto, ocorrida a 31 de Janeiro de 1891, em que tomou parte, O Capitão Leitão, como era conhecido, foi um dos oficiais portugueses mais ativos da tentativa revolucionária republicana do Porto, sendo uma das figuras mais brilhantes e, ao mesmo tempo, de mais estóica resignação na hora da trágica derrota. A tentativa revolucionária veio a fracassar e o Capitão Leitão procurou refugiar-se na sua aldeia natal, Farminhão, perto de Viseu. Pelo caminho, ao passar por Albergaria-a-Velha, foi reconhecido e capturado. Foi julgado em tribunal de guerra e acabou condenado a 20 anos de degredo em Angola. Capitão do exército, e podendo à semelhança de tantos outros ter traído o movimento, assumiu, pelo contrário, todas as responsabilidades por ocasião dos conselhos de guerra de Leixões, o que lhe custou o degredo e a prisão em África. Já em Angola, fugiu para o ex-Congo francês, de onde viria a partir para Paris e depois para o Brasil.Amnistiado mais tarde, regressou à Pátria com sentimentos republicanos revigorados, mas com a saúde muito abalada devido ao clima inóspito das colónias. Regressou a Portugal em 1901, vindo a morrer dois anos mais tarde.O seu heroísmo levou a que em muitas terras de Portugal o seu nome conste em ruas e avenidas.
Foi uma das figuras mais saudosas do Partido Republicano.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

António Maria da Silva

António Maria da Silva nasceu em Lisboa em 1872. Tirou o curso de Engenharia de Minas na Escola do Exército que concluiu em 1892, tendo sido nomeado em 1895, engenheiro ajudante do Ministério das Obras Públicas.
Filiado no Partido Republicano Português (PRP), e membro da Carbonária, de que se tornou um dos principais dirigentes, a sua actividade política foi exercida à margem da lei, conspirando por métodos revolucionários para derrubar a monarquia. Tendo sido descoberto exilou-se em Espanha de onde voltou para participar na revolução falhada de 28 de Janeiro de 1908.
Manteve sempre actividade revolucionária, e foi uma das figuras principais na preparação da Revolução de 5 de Outubro de 1910, com o Almirante Cândido dos Reis, Machado Santos, Miguel Bombarda e outros dirigentes do PRP, da Maçonaria e da Carbonária.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Afonso Costa

 Afonso Augusto de Costa nasceu em Seia a 6 de Março de 1871. Fez o curso Secundário na Guarda e no Porto e licenciou-se em Direito na Universidade de Coimbra em 1895. Ainda estudante publicou um artigo contra o Ultimato, tendo por isso sido julgado em 1890.
No ano seguinte à sua licenciatura venceu o concurso para Lente Catedrático e passou a leccionar na Faculdade de Direito de Coimbra, acumulando o cargo com o exercício da advocacia. Nessa época destacava-se já como orador na defesa dos ideais republicanos. Em 1900 foi eleito deputado do Partido Republicano Português, pelo círculo do Porto. Voltou ao Parlamento em 1906, desta vez como deputado por Lisboa, onde se distinguiu no combate às instituições monárquicas.
Em 1908 envolveu-se na tentativa de revolução, tendo sido preso.
Depois do regicídio voltou ao Parlamento onde os seus discursos ficaram célebres. Com a Implantação da República assumiu o cargo de Ministro da Justiça tendo sido responsável por um importante conjunto de leis como a da Separação da Igreja do Estado, as Leis da Família e as do Registo Civil.
Em 1911 foi o líder de uma cisão do Partido Republicano Português, fundando o Partido Democrático e o jornal O Mundo. Assumiu o cargo de Presidente do Ministério (1º Ministro) em três períodos: Janeiro de 1913 a Fevereiro de 1914; Novembro de 1915 a Março de 1916; Abril de 1917 a Dezembro de 1917.
Em 1914 defendeu a participação de Portugal na 1ª Guerra Mundial.
Em 1917, durante a ditadura de Sidónio Pais foi preso durante 110 dias. Quando saiu da prisão, exilou-se em Paris, e apesar de viver no estrangeiro, foi nomeado presidente da delegação portuguesa na Conferência de Paz de Versalhes e mais tarde presidente da delegação portuguesa junto da Sociedade das Nações. 
Afonso Costa permaneceu em Paris até morrer em 1937.

Biografia disponível no site do Centenário da República - República nas escolas 

sábado, 26 de maio de 2012

As Mulheres e a República



Clica aqui e descarrega o excelente recurso "República & republicanas",um projeto Faces de Eva. Estudos sobre a mulher, da FCSH da UNL sobre as mais ilustres mulheres republicanas:
Adelaide Cadete, Ana de Castro Osório, Carolina Beatriz Ângelo, Maria Veleda, Carolina Michaelis e muitas mais.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Revolta de 14 de maio de 1915

Transcrevemos o artigo do blogue Almanaque Republicano:

A revolta de 14 de Maio de 1915, começou por ser uma tentativa de reposição da Constituição de 1911, levada a efeito por um conjunto de militares que vão ser conhecidos como os Jovens Turcos, entre eles destacavam-se Álvaro de Castro, Freitas Ribeiro, Sá Cardoso, entre outros. Este grupo procurava acabar com a ditadura do General Pimenta de Castro, que tinha chegado ao poder ao fracasso das iniciativas governativas lideradas por Bernardino Machado (10-02-1914 a 11-12-1914) e por João de Azevedo Coutinho (12-12-1914 a 25-01-1915) que enfrentou graves problemas como o denominado “movimento das espadas”, quando os militares de várias unidades pelo País, numa atitude de protesto, devido à transferência do então major João Carlos Craveiro Lopes da Figueira da Foz para Lisboa a pedido dos líderes locais do Partido Republicano Português, entregaram aos superiores hierárquicos, as suas espadas e criando assim um ato de indisciplina contra a transferência deste camarada de armas.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Selo comemorativo do 31 de janeiro

Selo comemorativo do 31 de janeiro de 1891, representando a bandeira do Centro Democrático Eleitoral 15 de novembro utilizada pelos republicanos participantes na revolta.
Publicado por Memória da República

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

A 1.ª Constituição republicana foi aprovada pela Assembleia Nacional Constituinte, na sessão de 19 de Agosto de 1911, entrando em vigor a 21 de Agosto.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

O Parlamento na 1.ª República

Visite o site da Assembleia da República.
Lá encontrará informação detalhada sobre o funcionamento do Parlamento durante a Primeira República, os partidos políticos e a 1.ª Constituição de 1911.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

"O Rescaldo de 7 de Fevereiro de 1727 em Lisboa"

Visualizar o vídeo em:
http://digressao.centenariorepublica.pt/video4_3.php#ancor
Duração: 2´57
Fonte: CINEMATECA / ANIM
Efeitos da Revolução em Lisboa, Prod. Filmes Castello Lopes,Portugal,1927
Versão editada para o Centenário.
Músicas: “Revolução” por Vasco Santana

“ Os Deportados de Angra”,1931,duração :5´16 Fonte : Governo Regional dos Açores / I.A.C.

Revolta de 1931 na Terceira
Documentário terceirense
Versão editada para o Centenário.
Músicas: Sonata, opus 1 e 2, de Brahms. Abertura Fontina de Schostakowitsch. Fanfarra dos Bombeiros de Ponta Delgada.
In http://digressao.centenariorepublica.pt

domingo, 10 de outubro de 2010

Exposição "A 1.ª República Portuguesa - 1910-1926"

Está patente no átrio da Escola Secundária Dr. João Lopes de Morais, uma exposição comemorativa dos 100 anos da República em Portugal.
A exposição reúne um conjunto diversificado de documentação  e materiais sobre a História da Primeira República: painéis informativos, artigos da imprensa da época (tanto nacional como local), caricaturas, biografias de republicanos, livros, revistas e objectos diversos. Estão igualmente expostos trabalhos elaborados por alunos do 2.º e 3.º ciclos e do ensino secundário.
A iniciativa partiu das professoras de História e de História e Geografia de Portugal (Departamento de Ciências Sociais e Humanas) e insere-se num amplo programa de actividades que visam assinalar o Centenário da República no Agrupamento de Escolas de Mortágua.